sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Os Amiguinhos Travessos



Num bosque encantado, vivia um macaquinho de nome Sapeca. Sapeca era um macaco muito esperto, alegre e brincalhão. Ninguém escapava de suas travessuras.
No meio do bosque, havia um lindo lago, com água límpida e transparente, com grandes árvores e belas flores. No lago, morava um patinho, pequeno, todo amarelinho, com manchinhas negras nas asas, chamado Quén-Quén. Sapeca e Quén-Quén eram amigos.
Ás vezes, Sapeca convidava o patinho para andar pelo caminho florido do bosque, para secar suas asas e brincar com os outros animaizinhos da floresta.
Um dia, os dois saíram a caminhar, conversando e inventando brincadeiras. De repente, o esquilo Quick saiu do meio da mata e, sem querer, acabou assustando os dois amigos distraídos.
Sapeca falou:
- Puxa, Quick! Que susto. Achei que era o Senhor Leão.
- Eu também me assustei. - disse Quén-Quén.
- Desculpem, rapazes, só queria me juntar a vocês para brincar.
- Tudo bem. Vamos ficar por aqui e assustar o primeiro que passar? - perguntou Sapeca.
- Vamos! - responderam em coro o patinho e o esquilo.
E assim, os três amigos esconderam-se no bosque. Não demorou muito e lá apareceu Dona Lindinha, uma coelhinha toda branquinha, com grandes orelhas e olhos brilhantes.
Coitada! Completamente entretida em seus pensamentos, sonhando com sua plantação de belas cenouras, não percebeu Sapeca em cima de uma árvore, o esquilo mais abaixo, em um pequeno galho e o patinho, como não sobe em árvores, ficou no chão, como uma pequena bola amarela.
A coelhinha foi se aproximando da árvore e, aahhhh. Nossa! Que susto a coitadinha levou.
-  Ei, acho que ela desmaiou! - disse o patinho.
-  Ou morreu de susto? - perguntou o esquilo.
- Vamos olhar de perto. - falou Sapeca.
Quando chegaram perto da coelhinha, toda quietinha, deitada no chão, perceberam que a coitadinha, realmente, havia desmaiado. Mas, numa pequena distração dos três, ela deu um pulo e, adivinhem? Quem se assustou foram os três, que correram um para cada lado, escondendo-se onde podiam.
Depois, quando tudo ficou mais calmo, a coelhinha ficou esperando que os malandrinhos voltassem para junto dela. Então, os quatro reunidos, deram boas gargalhadas do susto que todos levaram.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mais Cachorreira...ainda

Bem, já falei que nunca fui “cachorreira” – já tive cães, mas, nunca fui de me agarrar muito para não criar laços e, claro, ter muitas responsabilidades. Mas, no meu último aniversário, em abril, ganhei um cãozinho de presente – em um post anterior, já falei sobre isso (Virei Cachorreira- 19/julho) e, óbvio, me apaixonei, me entreguei de corpo e alma. Ele está com 05 meses e, no último final de semana (21/8) ele se machucou. Na verdade, “eu” machuquei ele....com a mania de se enfiar na frente da gente, histericamente, acabei trombando com ele e, o pobrezinho teve um distensão na perna traseira direita. Aí, tive a plena certeza de que me meti em uma grande enrascada quando ganhei esse presente. Enlouqueci quando ele, do nada, começou a choramingar de madrugada, e começou a apresentar dificuldades para caminhar. Já fiquei imaginando que estava com a tal da parvovirose, que não ia conseguir salvá-lo, que eu não tinha sabido cuidar dele direito – apesar de já ter tomado todas as vacinas, fiquei neurótica do mesmo jeito. No domingo, tudo fechado.....acabei sendo socorrida pela veterinária dos cachorros de uma amiga minha, através do celular....olha o nível da loucura!!!! Expliquei a situação e ela recomendou um antiinflamatório (está correta a escrita, porque pesquisei, ok??? “anti” seguido de “vogal” não leva hífen.....espero que tenha escolhido o site certo). Comecei a medicação no domingo mesmo e, na segunda, levei-o ao veterinário e, examinando, ele constatou a tal distensão. Recomendou que continuasse com a medicação de 08h em 08h, 10 gotas e logo, logo, ele estaria legal. Ótimo. Voltei mais leve para casa. Mas, daí, o cachorro resolveu não se alimentar; quando olhava a ração, virava a cara e fazia um olhar tipo: “por favor, prefiro um bifão”; mas, voltou a tomar água, o que já me aliviou....fica magro, mas não desidratado.....rsrsrsrs....Na terça, liguei, novamente, para o veterinário e expliquei a falta de apetite do cão e, ele, muito atenciosamente, me indicou um remédio para o estômago, porque não havia motivos para ele ter deixado de comer. Comprei o remédio, que preciso dar de 12h em 12h, 02 ml e ele está tomando, sem resistência nenhuma. A única coisa que consegue comer (e, com muita vontade, diga-se de passagem) é um osso - desses que se vendem em casas de produtos veterinários e que ajuda a afiar os dentinhos dele, e, uma ou duas bolachinhas água e sal. Depois de 04 dias de medicação, já mudou bastante o ânimo: está latindo muito, mordendo, caminhando – mancando um pouco ainda e, grudado na gente. Parece uma sombra. Mas, de tudo o que escrevi, o que queria dizer, na verdade, é que, apesar de não ter tido filhos, e, cuidando desse meu bichinho, descobri que a preocupação por um serzinho indefeso nos deixa sem saída, sem rumo; não sabemos por onde começar a buscar a solução de um problema que, na verdade, nem sabemos qual é, pois, eles não falam, não se comunicam com gestos; só os olhares nos enviam um tipo de mensagem que, na nossa total ignorância do mundo animal, parecem ser um pedido de ajuda, de socorro e, só nos resta tentar fazer o nosso melhor para aplacar um pouco a dor, o desconforto que parecem passar. Amanhã, ele vai ao veterinário, novamente, para ser examinado e ver como está a perna e, espero, sinceramente, ter feito tudo da maneira correta para que tudo fique bem e ele volte ao normal, correndo, pulando, latindo e mordendo histericamente nossas meias. Vou confessar algo, sem muita frescura ou vergonha de me abrir: fiquei tão preocupada com ele, com a apatia em que se colocou que, sem nenhum pudor, digo de coração: chorei muito - de preocupação, de tristeza por ter causado isso, de medo de perdê-lo, enfim, sofri junto com ele. Acho que descobri que meu lado “cachorreira” é muito mais humano do que eu jamais imaginei ser. Na verdade, ele é meu “filhotinho” e precisa de atenção, cuidados e, principalmente, muito amor.  E, vou agradecer, sempre e de coração, a quem me presenteou o Forks: Kauê, Marcelo e Elisandra - Valeu!!!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Perdas...doloridas

O que vem depois da morte? Por que temos que passar por tantas perdas? E, sendo um pouco mais estúpida, ainda, no total desconhecimento das leis espíritas: o que viemos fazer aqui???? A cada vez que perdemos alguém a quem amamos, essas questões se fazem presentes – pelo menos, na minha mente. E, ao mesmo tempo em que faço tais questionamentos, sinto que as respostas estão dentro de nós mesmos, dentro da fé que cada um possui e cultiva. O motivo de passarmos por situações de perdas, deve ser para que possamos descobrir a força que existe dentro de nós quando somos chamados a “sofrer”, quando somos obrigados a enfrentar a partida de alguém que amamos demais e que foi parte importante em nossa vida. Temos que aprender a viver cada dia de maneira a preencher o vazio que essa pessoa deixou; temos que acostumarmos a nos virar sozinhos, sem ter aquela opinião ou conselho que sempre esteve ali presente, mesmo quando não pedíamos; temos que aprender a chegar em uma casa mais vazia – de amor, de aconchego e, mesmo assim, continuar fazendo dessa casa nosso porto seguro. Não sei o quem vem depois da morte, no sentido espiritual de tudo; mas, falando em sentimentos terrenos, depois da morte, vem a dor, o sofrimento por não ter estado presente nos últimos momentos de quem partiu; o arrependimento por não ter dito coisas que, depois do acontecido, vêm a nossa mente e enche nosso coração de angústia. Depois da morte, vêm as lágrimas que se sucederão por muitos meses e, talvez, anos, até; vêm as lembranças que, mesmo nos momentos de dor, preencherão um pedaço mínimo de nosso dolorido coração; vem a impotência, a dúvida, o medo, a solidão e, principalmente, por um breve espaço de tempo, a perda da fé e, uma enorme raiva do Ser superior que levou uma pessoa que fazia a diferença em nossa vida. Mas, como o tempo, realmente, cura tudo, quando conseguimos nos recuperar – semana que vem, mês que vem, daqui a 02 anos, sei lá, todas essas questões começam a ser entendidas e, com um pouco de boa vontade, aceitas. Começamos a perceber que, mesmo que tenham tirado um pedacinho de nós, o que ficou foi o mais absoluto amor; a maior certeza de que fizemos o nosso melhor; ficou o ensinamento da verdade, da família, da simplicidade e da fé. O tempo, com as perdas que por ele se espalham, nos faz ver que o que importa é o tempo que passamos juntos, são os momentos que ficam em nossa lembrança e, principalmente, a garra e a coragem que essa pessoa que partiu possuía e, mesmo que não saibamos onde, de alguma maneira, essa garra e coragem, foram passadas para nós e, no momento certo, elas surgirão e nos farão mais fortes, um pouco mais duros, mas, não menos sensíveis e, certamente, nos farão renascer das cinzas dessa dor que, no momento, insiste em machucar.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Descanso em Casa

Como é bom estar em casa, sem fazer nada...quer dizer, sem ter horário para nada: ter que levantar cedo, se arrumar correndo, sair atropelando tudo para pegar a lotação/ônibus, chegar no trabalho e ficar rezando para o horário passar logo e voltar para casa. Estar de férias é algo sem comparação: mesmo ficando em casa, sem viagens ou saídas, é relaxante...falo isso por mim, ok? Adoro estar em casa. Gosto da liberdade de ir e vir, sem horários especificados; de levantar cedo por vontade própria, sem a obrigação de fazer isso; de assistir TV até o sono chegar, sem a preocupação de acordar atrasada no dia seguinte; de ficar de pernas pro ar; limpar a casa quando a vontade bater; buscar um DVD na locadora; sair para passear com meu cachorro. Enfim, curtir momentos comigo mesma, sem horários. Acho que são esses momentos que nos fazem refletir sobre a vida, sobre tudo o que nos acontece durante nossa passagem por estas bandas terrenas. Eu já aprendi muito com muitos erros, muitas besteiras que fiz e, claro, que outros me fizeram; amadureci, aprendi a me resguardar e viver novas experiências de maneira um pouco egoísta, sempre pensando em mim primeiro. Ando em um momento “voltada ao meu interior” – se minha mãe estivesse aqui, eu diria que seria um momento de “volta ao útero”.....Fico em casa, lendo, assistindo aos meus seriados preferidos, dou uma caminhada e volto para o meu cantinho, sossegada, sem estress. Lendo o que escrevi, fica parecendo a vida de uma pessoa sem “vida”, sem vontade de nada. Não. Pelo contrário. Tenho vida sobrando dentro de mim, adoro viver, adoro acordar pela manhã e, mesmo que não faça nada, o dia sempre é especial. Me afastei um pouco de tudo: amigos, colegas, alguns familiares; mas, não é porque algo de grave aconteceu; apenas resolvi ficar no meu canto, cuidando de mim e das minhas coisas; sem me envolver em outros problemas que não sejam os meus; sem dar opinião em decisões que não são minhas. Está ótimo ficar em casa. Não vejo a hora de me aposentar e descansar para valer e, quando isso acontecer, poderei viajar, sair mais, aproveitar mais muitos outros momentos, não apenas por 30 dias – período de férias, mas, por todo o resto da minha vida de aposentada – a palavra é meio deprimente, mas, tudo o que uma boa aposentadoria proporciona, não tem preço, é bom demaaais.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Louco Trânsito



Outro dia, escrevi sobre aulas de direção e contei que depois de ter feito vááárias aulas, não tirei, ainda, minha carteira. E, depois de ter feito essas aulas, comecei a prestar mais atenção no trânsito e, confesso: fiquei apavorada com a loucura que é essa selva de carros e motoristas desgovernados que andam soltos por aí. Fiquem imaginando eu, completamente virgem na estrada, sendo massacrada por buzinaços, gestos obscenos e palavras impublicáveis, por estar andando a 60km, onde se anda a 60km; 80km, onde se anda a 80km e 100km onde, obviamente, se anda a 100km – mas, sendo iniciante, provavelmente, não sairia dos 60km (isso, eu sendo muuuiiito otimista...rsrsrsrsr). Fico apavorada, como pedestre, das asneiras que vejo; aquele famoso “sinal de mão” – que completou 01 ano – funciona quando “os motoristas” querem, porque, só param quando acham que é hora de parar ou, quando sentem que o pedestre vai se enfiar na frente do carro, ele parando ou não, mesmo correndo o risco de ficar sem a mão do “pare”. A disputa pelo espaço nas avenidas é outra coisa que me apavora; ônibus saem dos corredores – teoricamente, seus espaços, e se jogam na frente de carros menores, sem um pingo de vergonha; as lotações, saem do meio da pista, dando sinal ou não, sem se preocupar se o carro que vem mais atrás vai parar, dar espaço ou ignorar seu avanço, para, do outro lado da calçada, pegar 01 passageiro. É uma briga constante e, na maioria das vezes, injusta e, SEMPRE, desnecessária. Quando leio sobre acidentes nas estradas e suas muitas mortes, fico pensando nas famílias que perdem essas pessoas, o vazio que deixam e, principalmente, em como esse tipo de coisa pode ser evitado. Quando as pessoas vão se dar conta que carros são objetos usados para ajudar, proporcionar momentos legais e muito lazer? Quando vão parar de usá-lo como uma metralhadora louca, manuseada por um total desconhecido de seu potencial, que sai disparando sem direção, acertando o coração de famílias inteiras, devastando vidas e tirando a chance de muitas pessoas crescerem e terem uma vida plena de saúde? Já pensei em retomar mais algumas aulas e fazer a prova final, mas, fico receosa de aprender melhor, conseguir tirar a carteira e, no final de tudo, não conseguir entrar em um carro e pegar a estrada. O trânsito causa medo. O cara atrás do volante causa medo. Enfim, vale a pena dirigir quando tudo isso assusta e causa medo??? Não sei se vou tirar a carteira um dia, mas, aplaudo quem consegue e tem coragem de enfrentar essas feras soltas por nossas ruas, sem fiscalização ou punição devidas. Mas, o dia-a-dia é uma porção infinita de desafios a serem vencidos, então, vamos em frente, enfrentar nossos medos e tentar vencer todos os desafios que se apresentarem. Prometo tentar novamente!!!

domingo, 15 de agosto de 2010

Corrida do Tempo


O sábado foi muito frio....e, nublado, só para ajudar a sensação de querer ficar dentro de casa e não colocar nem o nariz para fora. A semana foi embora, outra está chegando e, tudo passa muito rápido, rápido demais. Parece que, há alguns anos atrás, o final do ano custava muuuito a chegar; o ano parecia ter uns 500 dias e, o Natal e Ano Novo eram esperados com muita vontade, com muito desejo de coisas novas, de mudanças reais e quase que a longo prazo. Se prestarmos atenção, as coisas mudaram; o ano mal começa e, quando nos damos conta, já estamos em dezembro e, os planos que eram feitos, não passam de meros flashes em nossas mentes, pois, com toda essa loucura atual, o importante não é fazer planos, mas, sim, conseguir atravessar o ano e chegar vivo ao final dele. Mas, mesmo com tudo isso, ainda tem gente que não consegue relaxar, viver momentos legais, curtir pequenos gestos, pois, por mais bobos que possam parecer no momento, podem acabar sendo parte de uma lembrança futura que, por estarmos na rotação maluca da terra, não prestamos atenção. E, com esse passar de tempo, nos pegamos contando os cabelos brancos que aparecem, sentindo a dor que não sentíamos antes, dando passos menos rápidos e mais cuidadosos e, em alguns casos, ficamos só sentados, esperando esse tempo passar. Já perceberam que constatamos mais rápido aquilo que não nos agrada do que aquilo que nos satisfaz? Quando o primeiro fio de cabelo branco surge, bate uma incerteza; ficamos um pouco mais sensíveis e achando que tudo vai começar a envelhecer dentro de nós, começando pela cabeça - mas, não imaginamos que isso pode significar um pouco mais de experiência ou maturidade e que, com uma boa tinta, podemos mudar a cor do cabelo e parecer mais jovem, moderna e sexy; as dores que começam a aparecer, nos deixam mais lentos, com mais vontade de ficar atirado em algum lugar aconchegante, sem mexer um único músculo que seja, apenas, curtindo nosso descanso – mas, não pensamos em procurar um exercício que se adapte a nossa necessidade, algo que possamos fazer de maneira natural e com boa vontade, uma simples caminhada que seja. Então, o tempo passa rápido; a vida passa num piscar de olhos. Como fazer para aproveitar esse tempo em que ainda estamos aqui, vivendo vários momentos? Acho que devemos viver cada dia, de maneira simples, com calma, tranqüilidade e, tentando melhorar nosso olhar sob esse mundo que nos cerca, pois, assim, nossos dias poderão tornar-se mais agradáveis, mesmo que corridos e, com ou sem cabelos brancos, com ou sem dores musculares e, certamente, um pouco mais relaxados, conseguiremos acompanhar o ritmo louco do tempo que corre e nos faz enlouquecer de preocupação, em busca do final desconhecido dessa estrada que é onde a vida nos levará. Boa semana a todos – espero que um pouco mais devagar....

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Saurus Jr - O Dinossauro

Há milhões de anos atrás, num vale encantado, viviam muitos dinossauros, de tamanhos e idades diferentes.
Mas, havia uma família em particular, que era muito unida, bonita e feliz: Papai Dino Saurus, Mamãe Dona Sauras e o casal de filhos, Saurus Jr. e Bronto Sauras.
Um dia, em meio a vulcões desativados, densa mata e lindos lagos, Saurus Jr. brincava com um pequeno lagarto, quando viu algo mexer-se entre as árvores. Curioso, correu até lá e, o dia foi embora, a noite chegou e nada do menino voltar.
Os pais já estavam preocupados, pois o mesmo nunca havia feito isso antes. Saíram à procura do pequeno dinossauro. Todos gritavam seu nome, tentavam seguir suas pegadas e nada.
Resolveram deixar para o outro dia a continuação das buscas. Mamãe Dona Sauras só sabia chorar, enquanto a filha tentava acalmá-la.
Quando o sol nasceu, todos saíram rápido de suas cavernas e, surpresa! Lá estava pequeno Saurus Jr., acompanhado de uma linda e delicada dinossaurinha.
A mãe correu para abraçar o garoto, que já provara não ser tão garoto assim, e perguntou-lhe o que havia acontecido.
Ele disse que, após ouvir o barulho na mata, foi até lá e viu que a dinossaurinha havia trancado uma das patas em um buraco. Ele ajudou-a, carregando-a até a caverna dela. Começaram a conversar e, distraído, ele nem sentiu as horas passar e, quando percebeu, já era muito tarde para voltar e como estava muito longe de casa, resolveu passar a noite na caverna da dinossaurinha, junto com a família dela.
Todos felizes e mais tranqüilos por tudo ter corrido bem, resolveram festejar no café da manhã mesmo, e a festa arrastou-se por mais dois dias.
E Saurus Jr., o que aconteceu com ele? Passado muito tempo, casou-se com a dinossaurinha, tiveram três lindos dinossauros e viveram felizes por muitos e muitos anos.


PS.:  12/5/1999