Hoje, voltando do trabalho, me chamou a atenção uma moça loira, bem vestida e com uma bota de salto alto, fino, que completava o visual bem combinadinho. Só que, o que me chamou realmente a atenção, foi o jeito como ela andava.....a impressão que eu tinha era de que, em uma troca rápida de passos, ela se esfolaria no chão – bem, ao menos, ela estaria caindo do “salto”, uma coisa chique e não, simplesmente deitando no chão, como eu costumo fazer, sem nenhum glamour...E, nesse momento, veio a idéia de escrever sobre isso: salto alto, passos cuidadosos. Há um tempo atrás (não vou falar em números para não deixar na reta que, meus joelhos e tornozelos, já não são tão jovens quanto antes), eu vivia empoleirada (no bom sentido) em um salto: trabalhava o dia todo; subia e descia do ônibus numa desenvoltura impressionante; atravessava ruas cheias de buraco (isso não mudou) e granitilhos (lindo, não? pedrinhas picadas para atrapalhar a caminhada e rebentar com os saltos – esse nome foi um colega homem que me deu, se está certo, não sei); ia para a balada, dançava, me esbaldava na pista (claro, que, em um certo momento, o salto ficava de lado e a sola do pé virava meu salto); até ensaiar umas corridinhas de salto ensaiei e, juro, não fiz feio e, mesmo fazendo tudo isso, a panturrilha não incomodava, não doía e, ficava bem durinha, bonita de se ver – até me apelidaram de Betty Boop, na época....rsrsrsrsrs....Quando chegava em casa, era só jogar os sapatos para o lado e, no outro dia, já estava pronta para nova jornada; aliás, minha relação com salto sempre foi apaixonante; achava o máximo colocar um salto, uma saia curta e expor minha figura pelas ruas da cidade – às vezes, acho que andava de pés descalços em outra vida ou não tive pés, porque não posso ver sapato, enlouqueço......
Só que, no momento em que me encontro, o que importa é a comodidade: do meu corpo, dos meus pés e, claro, pernas e, por isso, raramente uso saltos; mas, quando uso, parece que meus pés foram condenados à forca: fico cansada, ofegante, meus passos ficam muito mais arrastados e chego em casa querendo, desatinadamente, jogar o sapato para o alto, libertar meus pezinhos da “prisão calçadista” em que me coloquei desde o início do dia. E, isso me leva de volta à moça do início do texto: fico impressionada com o monte de mulher que usa salto sem saber usar. Já perceberam que quando uma mulher não sabe andar de salto alto, o caminhar fica feio, torto e completamente desengonçado, pendendo para um lado? Ficam deselegantes e, mesmo bem arrumadas, ninguém olha para a roupa ou rosto; olham diretamente para os pés que, sabendo ser o centro das atenções, se encolhem dentro do calçado, deixando o quadro mais horroroso, ainda. Uma mulher de salto alto é a figura da imponência, da elegância, invoca uma mulher segura, que vai direto ao ponto, sem subterfúgios, objetiva – isso, no meu ponto de vista, claro; mas, quando colocam um salto só por colocar (sem a sintonia certa entre "pés" e "sapatos"), andam toda torta, parecendo não saber a direção certa a tomar, como se perdessem totalmente o controle do caminhar, enfim, o rumo se perde e, aí, a coisa fica sem graça nenhuma. Não precisa ser rainha para deslizar com salto agulha, como se os súditos tivessem o dever de se curvar a cada passada perfeita, bela e irretocável, mas, no mínimo, ser uma plebéia que saiba usar o salto a seu favor, pisando firme, com cuidado e formosura, fazendo desse salto um aliado do seu andar flutuante e, principalmente, um complemento do seu vestir.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Virei cachorreira
Nossa, descobri que sou cachorreira. Sempre achei exagero as pessoas tratarem seus cães como gente; e, achava muita frescura cuidar data de vacinação, dar a ração certa para o cão não enjoar, levar para banho, tosa e outras coisas mais. E, adivinhem, fui presenteada com um cãozinho no meu aniversário, em abril. Era uma bolinha preta, meio peludinha; uma mistura de pug com shit-zu.....no canil, deram uma bobeada e o macho – pug - pulou a cerca e traçou uma shit-zu, ninguém sabia como ficaria a cruza, mas, mesmo sem ter idéia no que daria isso, fiquei apaixonada por aquela coisinha pequena, de olhinhos caídos, completamente carente. Quando olhei para ele, fiquei pensando em um nome legal; como sou fã de Crepúsculo, quis colocar o nome de Jacob – aquele lobão gostoso, que toda vovozinha gostaria de encontrar em uma voltinha, rápida e sem compromisso, pela floresta. Mas, minha sobrinha que é fã do Edward, queria colocar Ed, mas, como gosto de carne, cor e sustância - tudo o que o vampiro não tem, apesar de achá-lo bem engraçadinho, também – resolvi simplificar as coisas e fazer um pacote para agradar a todos e, coloquei Forks, o nome da cidade onde se passa a saga Crepúsculo. Assim, resolvi o impasse. Forks já conquistou todo mundo, inclusive meu pai, que não queria saber de cachorro. Estou tentando ensinar bons modos para ele, mas, gente,como é difícil ser uma “mãe-canina” e impor limites.....rsrsrsrsrs... Ele sabe buscar a bola para brincar; sabe onde está a ração dele; sabe quando estou chegando só pelo barulho do portão; sabe o nome do meu pai e do meu tio, pois quando falo que um dos dois está chegando, ele fica todo ouriçado e sai correndo para a porta da cozinha. Mas, realmente, descobri hoje, em 19 de julho, que virei cachorreira. Estava assistindo ao Jornal do Almoço e falaram sobre um assalto a uma casa, onde renderam os donos e levaram apenas o cachorro, um shit-zu de quase dois anos, preto e branco, uma lindeza. Quando a dona do cão começou a falar sobre o assunto, dizendo que o cãozinho era o bem mais precioso que tinham e começou a chorar, pronto...me derreti em lágrimas também. Fiquei imaginando o coitadinho longe da dona, chorando de saudade e medo e, pensando que, quem roubou, pode acabar fazendo uma maldade como o pobrezinho. Ás vezes, acho que sou meio doida, mas, sinto um amor tão grande pelo Forks que, não sei o que faria se acontecesse algo com ele. Sei que é um cachorro, mas, ele tem só 4 meses, é um bebê ainda, indefeso, brincalhão e dependente de cuidados e, é meu. Não estou substituindo filhos que não tive; companheiros que não existem ou algum vazio que possam pensar existir dentro de mim; nada disso. Ele é o meu animalzinho de estimação e, enquanto estiver sob meus cuidados, terá a ração que necessita, fará as vacinas indicadas e terá todo o carinho que precisar e, isso será feito de maneira carinhosa, amiga e com toda a atenção que eu puder dispensar a ele e com toda a atenção que ele solicitar . É. Virei cachorreira. E apaixonada pelo meu Forks
domingo, 18 de julho de 2010
Analisando algumas loucas relações....
Porque, geralmente, achamos que nossa felicidade só será completa quando namorarmos alguém supostamente legal, parcialmente inteligente e obviamente apaixonado??? Porque nos permitimos ficar à mercê de homens que pensam de forma tão pequena e egoísta??? Não está na hora de virar o jogo??? De nos deixar envolver sem que o coração tome as rédeas de tudo??? Perceberam quantas interrogações??? Então, quando uma nova relação tem todas essas interrogações e, lá no fundo, deixamos aquela mais importante - “será que esse cara merece estar ao meu lado, desfrutar de meu carinho???” e decidimos entrar de cabeça, certamente, acabaremos com muitas lágrimas derramadas inutilmente e com a raiva aflorando, querendo comer nosso próprio fígado porque nos deixamos, mais uma vez, envolver.A vida é cheia de relações legais e, claro, sempre nos perguntamos: onde erramos? O que não fizemos para encontrar alguém bacana? Quando, na verdade, deveríamos questionar o comportamento do outro, o que o outro busca e, claro, qual a definição dele para uma relação a dois.
Cansei de ficar achando que homem quando recebe muita atenção, fica com medo e, na indecisão, prefere não arriscar ser feliz; para mim isso é burrice, é querer ficar sozinho e tentar bater em outra porta, comparando as relações e apostando naquela em que o sentimento dele se sobressaia, sem que haja envolvimento maior.
Mas, tem um momento da vida da gente em que não temos mais os critérios de quando éramos jovens, onde a beleza era o ponto principal de nossa busca. Agora, o que buscamos é alguém que queira os mesmos momentos a dois, que busque uma relação estável e que, o foco principal, seja ser feliz e curtir o que ambos podem proporcionar um ao outro.
Só que, mesmo dentro de nossa suposta maturidade, acabamos permitindo que nossos grandes períodos de solidão nos façam amolecer ao primeiro olhar mais envolvente, ao toque mais arrepiante e aquelas palavras que sempre queremos ouvir e que nos fazem abrir portas que, de repente, deveríamos manter entreabertas até que nossa razão se fizesse falar mais alto que nosso coração, carência e medo do abandono.
Quando vamos aceitar que podemos ser felizes sozinhos, com nossa família e amigos? Que a única relação sincera e verdadeira que temos é com nossos desejos, sentimentos e, claro, com critérios; pois, esses critérios, devem ser respeitados. Vamos confiar naquela voz, lá no fundo, que diz “cuidado”, “calma”; e, vamos tentar não machucar nosso coração ou, desacreditar no amor.
Vamos viver cada momento da nova relação com cautela, prudência, sem deixar que o coração dite as regras. Sejamos frias e calculistas, visando, apenas o nosso prazer e satisfação.
Não vamos desanimar, mas, vamos reciclar nossos sentimentos para partir para a próxima, pode ser????
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Felicidade....
Várias vezes me peguei com a seguinte questão: sou feliz??? E, daí, começou a minha avaliação nem fria e, muito menos calculista, em busca dessa resposta, que parece ser algo difícil de responder, mas, que tentarei a minha maneira, claro. Já percebi que, para algumas mulheres, felicidade é sinônimo de pênis; para alguns homens, é sinal de seios fartos e bumbum enoorme; para as crianças, sinal de bala e brinquedo; para alguns idosos, bailes da melhor idade; para outras mulheres, um bom emprego e um guarda-roupa atraente; para outros homens, um bom emprego e um time de futebol que funcione; para outras crianças, internet e mesada; para outros idosos, uma boa aposentadoria e um jogo de damas na praça; para mulheres mais exigentes, um bom emprego, um guarda-roupa atraente, uma casa aconchegante e um namorado compreensivo; para homens mais acomodados, um bom emprego, um time de futebol que funcione, uma casa com TV e cerveja na geladeira e uma namorada que o encha de mimos; para crianças mais espertas, internet, mesada, celular ultra-moderno e um quarto à prova de pais bisbilhoteiros; para idosos mais descansados, uma boa aposentadoria, um jogo de damas na praça, um lugar quente para se aquecer e uma companhia para momentos a dois. Mas, para mim, felicidade é um pouco de tudo isso e, claro, muito mais – assim como acho que para a maioria das pessoas também é. Quando penso na minha infância, lembro de momentos especiais, como quando chegava da escola, no final da tarde, e sempre tinha um copo de Toddy quentinho me esperando, com um pãozinho com manteiga; os passeios com minha avó, em casas de parentes, onde eu sempre era escolhida para acompanhá-la; os brinquedos que adorava partilhar com minha irmã; as coreografias das chacretes, no pátio da casa, com as amigas (não dêem gargalhadas – eu brincava de chacrete, sim....quem nunca brincou disso??); na adolescência, a escola, os amigos maiores, o aconchego do lar, o carinho dos meus pais, a diversão com os primos, a liberdade de correr com segurança pelas ruas, em qualquer hora, sem medo da violência atual. Já na fase adulta, veio o trabalho, a descoberta de que a vida não é feita só de brincadeiras e facilidades, novos amigos, viagens, conhecer novos lugares, novas pessoas e, uma aproximação maior com a família. Apesar de ter passado por muitas fases, descobri que era e, graças a Deus, ainda sou feliz. Muito feliz! Tive uma mãe exemplar, guerreira, divertida, que sempre nos fez olhar para frente e dar o melhor de nós, sem permitir que nos colocassem para baixo ou humilhassem, que lutou até o fim sem reclamar de nada; tenho um pai que, dentro do seu silêncio, sei que se preocupa comigo e, do jeito dele, é carinhoso e, sei, também, que a implicante, a chata com ele sou eu.....Tenho uma irmã que, mesmo com todas as diferenças de atitudes e pensamentos, amo muito e admiro a forma como administra a vida familiar; um cunhado que é um irmão para mim; três sobrinhos que são, digamos, 50% meus filhos e, que torço muito por seu sucesso e segurança; uma tia que é uma segunda mãe; um tio que admiro demais, pois não se entregou aos problemas que teve; primas que, com seus companheiros e filhos, são a extensão da minha família, pois sinto verdade na relação próxima que temos. Tenho um emprego que todo mundo gostaria de ter; tenho uma casa, feia ou não, aconchegante e, é o lugar para onde quero voltar todas as noites, correndo e, me aninhar no meu cantinho, curtindo meu computador e meus programas na TV; tenho saúde; tenho um cachorro por quem estou totalmente apaixonada; tenho amigos, poucos e, mesmo afastados, se fazem presente quando dou um grito. Mas, o principal de tudo isso, é que tenho Fé. Tenho fé em acordar toda manhã e estar de bem com a vida, de bom humor – mesmo que com todo esse frio que faz aqui, não exista humor que não congele; tenho fé que vou ter força e garra para resolver todas as questões e problemas que surgirem, da melhor forma possível. Tenho fé em mim, na minha família e, em um Ser maior e mais forte, que me dá esperanças de nunca desistir de nada. Principalmente de acreditar na vida e continuar sendo, simplesmente, feliz.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Tosse e Pums
Minha garganta tá arranhando mais que o azulejo da música da Ana Carolina. Já tomei chá, chupei limão, comi mel puro (não gosto de mel) e, não paro de tossir, já tá me dando nojo. Aliás, até suícidio passou pela minha cabeça - só que não lembrava como se cortava os pulsos - na vertical ou na horizontal? E, pensei na sujeirama de sangue pelo chão, lençol e colchão encharcados, meu pai e meu cachorro traumatizados. Como disse minha prima, o pobre do cachorro já tinha sido separado da mãe e das irmãs, tinha se afeiçoado e, agora, por causa de uma mísera tosse, eu ia trair e abandonar o coitadinho? Meu pai se recuperaria logo, afinal, ele tem um grupo de pessoas com quem sai para dançar, uma pessoa com quem parece ter se "achado" e, vive a vida dele, então, ficaria bem. Mas, depois de tirar as bobagens da cabeça, fiquei pensando em quanta besteira se pensa quando nada se faz de produtivo. Estou desde quinta-feira de cama, tossindo feito uma condenada e, bem sinceramente, quando "pums" passaram a acompanhar a maldita tosse, veio o pensamento do suicído: ninguém merece tossir e soltar pum ao mesmo tempo; mas, minha prima - novamente ela - aliás, parecia estar inspirada, perguntou se junto não me urinava; disse que não, então, rindo do meu "problema " disse que eu ainda não havia chegado ao fundo do poço. Ela tem razão, nada como um dia após o outro. O bom de tudo isso, é que fiquei largada na cama, sem fazer absolutamente nada....mentira, no sábado, aproveitei para lavar umas roupinhas, lavei a casa e fiz almoço....mas, só isso.....até meu pai ficou com peninha de mim e tirou o pó....acho que o coitado queria era ter comprado tampões de ouvido para não me escutar tossindo madrugada a dentro. Minha sobrinha levou meu cachorrinho ao veterinário, pois se eu fosse, tossindo que nem louca, era capaz dele colocar o cão de quarentena para não pegar o vírus e adoecer que nem a dona. O domingo foi um pouco melhor, mas, ainda não está legal....agora, vou me embebedar de mel com vinagre, quem sabe com os ingredientes certos, eu viro uma big salada e a tosse vai embora, ou, posso criar um novo medicamento: o "Melagre" e, caindo na boca do povo, viraria "Milagre" e eu seria endeusada por ter colocado "milagres" dentro de vidrinhos, a preço de custo, sem precisar de receita médica - já pensou no sucesso??? Vi muita tv - meu programa favorito, ultimamente e, não venham me dizer que é coisa de gente velha; para mim, é coisa de gente que quer aprender coisas novas, ficar por dentro do que acontece no mundo, ver filmes legais e assistir a algumas bobagens só para desopilar. Aliás, o jogo entre Espanha e Holanda, deixou muito a desejar (como todos os outros) para uma final de Copa do Mundo, hein? O que valeu foi que qualquer uma que ganhasse, estaria ganhando pela primeira vez. Torci pela Espanha....acho que pela vontade que sempre tive de tocar castanholas....uma das coisas de uma listinha que fiz.... Amanhã, começa tudo de novo e, se não fosse pelas poucas pessoas (deve dar as duas mão cheias) por quem me afeiçoei, certamente, o dia seria uma bosta; mas, não vou esquentar a cabeça, afinal, se DEUS QUISER (e Ele, há de querer), até maio de 2012 estou me aposentando....vai ser algo: eu, maravilhosa, jovem e aposentada.....rsrsrsrsrsr....o mundo que me aguarde.....espero que,depois de aposentada, meus invernos possam ser passados em lugares quentes, para que tosse e pum nunca mais façam parte de meu calendário nos meses que fazem frio aqui no Sul. Mas, se for algo internacional, fica mais chique tossir e soltar pum, digamos, em Paris......os pums, certamente, seriam mais perfumados.....Gente, sonhar não custa nada! Boa Semana!!!!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Adeus à Copa
Depois do Brasil ter deixado a torcida sem sequer um quarto lugar, só nos resta torcer por outra seleção na final; mas, não que seja obrigação torcer, nada disso. Quem gosta de futebol, gosta de ver bons passes, dribles legais e gols mais magníficos ainda; o que, aliás, foi difícil ver nesta edição da Copa na África. Já me decidi pela Espanha, acho que é uma seleção mais simpática, carismática e uma das poucas que parece jogar com um pouco mais de garra, vontade e, tirando a beleza de alguns de seus atletas, me passa a nítida idéia de união, sem estrelismos, sem salto alto. Acho que esse foi o erro da nossa Seleção: achar que um mísero gol a faria chegar a disputa pela Taça. Mas, como o tempo passa rápido, 2014 daqui a pouco bate no nosso País e, toda essa festa que aconteceu na África, acontecerá aqui, debaixo de nossos pés, nesse solo amada e idolatrado por um povo que ama sua terra, seu futebol e sua música. Será uma bela festa. Quem sabe novos craques apareçam, sejam convocados e, por ser novidade em suas vidas, o ápice da carreira, doem seu sangue, suem a camisa, amem as cores da bandeira e dêem à ela, o verdadeiro respeito e amor que ela merece. Quando sentimos que a luta foi árdua, que a batalha foi encarada com seriedade, mesmo a taça não vindo, certamente, nossa recepção será calorosa e com palavras de apoio. Que 2014 essa recepção seja assim (de preferência com a taça, claro), pois, 2010, deixou apenas a certeza de que a Seleção passou longe de ser um objetivo na carreira da maioria de seus atuais "craques"e, virou, simplesmente, uma obrigação, um simples cumprimento de contrato. Vamos aguardar para ver como virá a Seleção em 2014, torcer para que tenha um treinador que trabalhe com alegria e traga, novamente, aquele ar moleque ao time e, sonhar que esse troféu fique aqui na terrinha.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Amo Seriados
Adoro seriados. Sou maluca por alguns seriados e, se não assisto um episódio, fico perdida, mas,o bom é que no domingo a maioria repete. Sinto falta de novos episódios de Friends - adorava aquela amizade enlouquecida, cheia de diferenças, mas, no final, sempre se fortalecia, aproximava e fazia a amizade ficar mais forte - ainda assisto reprises e, pior, dou boas gargalhadas....de novo, claro. The Big Bang Theory - quem, em sã consciência, imaginaria que um grupo de nerds provocariam momentos hilários e cheios de informações, na sua maioria inúteis para nós, simples mortais e, que conquistariam seus espaço obrigatório em nosso guia de programação? Criminal Minds é uma série assustadora, seus casos deixam nossos cabelos em pé, e, apesar de serem apenas episódios "fictícios", nos mostram um lado real da vida, do dia-a-dia, da loucura insana que habita nos mais diversos seres humanos; enfim, nos prende até o final, fazendo nosso coração palpitar quando os investigadores chegam perto de resolver os casos e, quando isso acontece, o alívio por tudo ter se resolvido vem junto com suspiros de apreensão porque, no próximo episódio, algo pior pode acontecer. Brothers and Sisters - sou apaixonada por essa série. Quem não queria ter a Nora Walker como mãe? Ou, ser irmã do Kevin e sua troupe de irmãos? Viver momentos de boas gargalhadas, de oferecer o ombro, de tomar as dores do outro? E, claro, a cada novo problema que surge, cada novo problema que se resolve, cada conquista que acontece, cada dúvida que aparece, junta-se à família uma bela garrafa de vinho, para afogar as mágoas, brindar vitórias ou, simplesmente, para aconchegar quem chega e ficar sentado, lado a lado, saboreando bons momentos juntos. Gosto de outros também, como: Two and a Half Man - adoro as confusões amorosas do Charlie, a insegurança do Alan e as burrices que o Jake apronta, junto com as tiradas ótimas da Berta. Fico impressionada com o crescimento do Jake, pois, quando a série começou era um menininho de uns 09 anos e, agora, está enorme e, continua fazendo super bem o papel de adolescente sem noção.....é muito bom assistir as trapalhadas dele. CSI NY - adoro aquela turma de detetives que se desdobra para resolver as situações que colocam em suas mesas; adoro o cabelos crespos da Bonassera e, claro, o chefão deles, o Mac - é tudo de bom....Mas, a série parece ter dado uma pequena incrementada na relação entre todos eles, fortalecendo mais o lado sentimental, mostrando que são tão normais quanto nós e que, mesmo sendo ficção, mostra que se não houver cumplicidade, aproximação e amizade, seja em que profissão for, as coisas não andam, o trabalho não se desenvolve e a parceria não funciona. Gosto de seriados que me fazem rir, pensar, tentar descobrir quem matou quem, quem fez o que e, vou confessar, dependendo do seriado, entro para dentro do epísódio e sofro junto, por vezes, chegando às lágrimas. Mas, como boa maníaca por TV, curto seriados bobos também.....apesar de já ter deixado a faixa etária desses seriados para trás, gosto de assistir Feiticeiros de Waverly Place, Sunny Entre Estrelas, Hanna Montana, Jonas.....mesmo sendo bobinhos, dá para relaxar e esquecer que existem coisas sérias lá fora para se resolver e, curtir esses momentos que deixam a alma alguns anos mais jovem, nos trazem jovens ligados à família e interessados em influenciar, de maneira positiva, os jovens fãs que os seguem. Espero que os seriados não percam sua essência e continuem nos divertindo, emocionando e fazendo com que nossos momentos de lazer continuem sendo especiais
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