segunda-feira, 11 de maio de 2015

Feliz Dia, Minha Rainha


Dia das Mães. Dia de comemorar. Dia de estar ao lado daquela que nos carregou em seu ventre por 09 meses, que embalou nosso sono, que cuidou de nossos machucados, que afagou nosso coração na primeira decepção amorosa - e, em todas as outras que vieram atrás, que sempre nos manteve conectada de alguma maneira sobrenatural, que tirou o livro das nossas mãos quando dormimos no meio da leitura, que nos cobriu porque o frio poderia prejudicar nossa saúde, que nos fez perceber que a vida não é feita de algodão doce e, muitos menos de nuvens de tranquilidade: a vida é dura e injusta, mas, maravilhosa de ser vivida, encarada, desnudada. Dia de agradecer a Deus por ter a bênção e alegria de ter tido uma mãe que me fez amadurecer, me fez perder o medo de encarar o novo, me fez aceitar ser quem e como sou. Uma mãe que me mostrou que estar doente não nos faz "coitados", ao contrário, nos torna mais fortes, mais guerreiros e determinados a lutar. Lutar pela vida. Lutar pelo amanhã. Lutar para estarmos ao lado de quem amamos e que nos estenda a mão. Minha mãe não está mais fisicamente aqui. Ela não perdeu a batalha para uma doença, ela não se deixou vencer; ela, apenas, sabia que era o momento de partir, de passar para o outro plano e levar toda a alegria e amadurecimento espiritual que tinha para outros seres tão iluminados quanto ela. Ela deixou saudades....hoje, amanhã, sempre...em todos os momentos de confraternização que temos. Ela era minha alma gêmea. Ela era minha amiga. Ela era a minha mãe que, de repente, virou minha filha, pois, dependia de mim para algumas tarefas básicas que não podia mais realizar. Ela era minha fortaleza. Minha base. Minha certeza de tudo. Meu exemplo de mulher, mãe, filha, avó, irmã, esposa, ser humano. Então, Senhor, onde minha mãe estiver, que esteja feliz, rodeada de seres do bem, plena de vida e luz. Que, nesse Dia das Mães, receba meu beijo, meu carinho, minha saudade e meu abraço....quem sabe, Tu permita que ela me abrace também, nem que seja por um segundo, pois, com certeza, será o segundo mais feliz da minha vida nesses últimos 11 anos de ausência....Feliz Dia das Mães à minha eterna Diva, Maria Gessy....

PS.: homenagem a minha mãe, que já partiu há 11 anos...e, que vive no meu coração...

sábado, 4 de abril de 2015

Agradecendo por me sentir especial

Bom dia! Bom dia de sol! Bom dia de energias renovadas! Bom dia de Vida! E, um Bom dia para agradecer todo o carinho, mensagens e abraços que recebi por telefone, face e pessoalmente. A gente acha que é uma pessoa legal, simples, verdadeira - daquelas que dá para o gasto e, no aniversário, esse "achismo" vira realidade através de lindas palavras e desejos de felicidades. Sinceramente, me sinto uma pessoa privilegiada por ter uma família que está sempre presente e por ter amigos que, em algum momento do dia, pararam para me fazer sentir especial; para avisar, através de palavras carinhosas "estamos aqui e não esquecemos de ti". Obrigada a cada um de vocês. Obrigada por cada palavra recebida e, com certeza, esse carinho todo me fará uma pessoa mais iluminada, melhor, mais feliz e que continuará à disposição de cada um que precisar de mim, do meu carinho, da minha palavra, da minha companhia. Um beijão no coração de vocês, pessoas especiais...que Deus continue iluminando seus caminhos e de suas família. Obrigada!!! Hummm...Não vou "dar nomes" porque é muita gente, ok??? Mas, quem participou da Campanha "Faça Uma Véinha de 53 Anos Feliz", sabe que está nesse texto....rsrsrsr...

Happy 53 anos de vida

Quando fiz 40 anos, achei que estava velha demais para algumas coisas...E, o tempo passou. Quando fiz 50 anos, descobri que havia muita vida, muita energia dentro de mim e ao meu redor, percebi que cada momento deve ser aproveitado, deve ser curtido, deve ficar gravado na nossa lembrança, mesmo que a memória já não nos ajude muito. E, claro, com os 50 vem todas aquelas coisas de cuidar da saúde, de ano em ano ou, de 06 em 06 meses...um segredo: quando se tem mais de 50 e está sozinha, esses exames são os únicos momentos onde você é tocada e, infelizmente, sem uma conotação sexual e que dê prazer...depois dos 50, podemos fazer piada das nossos próprios infortúnios e, adoro isso. Mas, percebi que a idade está na cabeça de cada um, na atitude, na forma de ver sua própria vida e, vou ser sincera, na minha cabeça, tenho bem menos de 40, mesmo que o julgamento seja com o pensamento de uma senhora de 50....dá para entender??? Hoje, com 53 anos, me sinto plena, feliz, dona do meu nariz e das minhas decisões. Sinto que a vida aflora de meus poros, a cada dia, mais e mais e, me faz perceber coisas e pessoas diferentes; me permite mudar de atitude e pensamento, sem culpas, sem cobranças; me permite ficar quieta no meu canto ou gargalhar das minhas próprias bobagens. Gosto do novo, da música que está na mídia, da voz que me encanta; meus gostos são variados, mas, não abro mão do clássico. Amo ler e sempre acho tempo para abrir um livro que me encante. Adoro TV e não perco meus seriados, filmes que me prendam a atenção, programas que me façam rir e sentir leve. Estou sempre tentando acompanhar as novidades, o que aparece de interessante no mundo e, isso, para mim, é deixar a vida fluir, fazer seu trabalho. Não tenho medo de encarar o desafio de atravessar o rio escorregadio, subir o barranco embarrado, sentar na grama, provar o novo, desde que com as pessoas certas...a vida é isso: desafios. Espero que eu tenha mais tempo para viver...simplesmente isso: viver. Hoje, agradeço por ter uma família que amo muito: meu pai com 82 anos, saudável, feliz, vivendo; minha irmã, cunhado-irmão e sobrinhos-filhos; tios, primas e primos que me fazem sentir especial a cada encontro, reencontro e papo furado...rsrsr....Essa sou eu, hoje, completando 53 anos de pura aceitação e tentando, a cada dia, entender qual minha missão nesse plano e nessa encarnação. Feliz Aniversário para mim...
Curtir · Comentar · 

terça-feira, 31 de março de 2015

Doce azedume matinal

Se a lotação está com a capacidade de "sentantes" esgotada, não tem que colocar mais ninguém e, claro, de pé. Desculpe, mas, quando isso acontece, toda minha boa educação some, como num passe de mágica. Se a pessoa entra e fica de pé, bem próxima a mim, não cedo meu lugar: o motorista não tem que ir parando e colocando extras para dentro da lotação e, se ele para e avisa que não tem lugar - o que não deveria fazer, pois, se lotou, continua até descer todo mundo - e, mesmo assim, a criatura sobe, se sujeitando a ir de pé até o final da linha, o problema é dela que se arriscou. Porque vou abdicar do meu conforto, pagando caro por isso, só para ser politicamente correta? Não...não levantei azeda, mas têm algumas coisas que me incomodam e, isso de ficar enfiando gente a torto e direito, sem segurança nenhuma, me deixa louca: com quem faz e com quem se sujeita a isso. Mas, essas coisinhas pequenas, perto de toda uma vida, não significam nada; só que, quando essa mesma vida nos dá algo para pensar, nos prega peças (enormes, quando ainda não sabemos o teor desse enredo), nos deixa mais alertas para tudo o que nos rodeia, para quem anda ao nosso lado. Todo gesto, por menor e mais insignificante que seja, sempre acaba tendo uma conseqüência, sempre nos dá aquela cutucadinha básica - igual aquela do face: você não sente, mas, sabe que levou uma cutucada, para acordar, para se manifestar, para realizar a vida! No meu parco conhecimento, acho que fomos criados para gerar gentilezas, ter boa educação, respeitar nossa intuição e aceitar nossas limitações, mas, quando a vida chega num roldão louco e nos dá uma voadora, ficamos imaginando o porque de tantas coisas. Não achamos respostas, nenhuma que nos satisfaça ou sustente o lema "gentileza gera gentileza", "educação gera reconhecimento" e, tudo isso junto, deveria gerar saúde emocional e física. Mas, regras foram feitas para que as exceções surgissem e, por mais que tentemos exercitar nossa cidadania de forma correta e, de acordo com a nossa  não tão pura consciência, as coisas saem dos eixos, nos fragilizam, nos mostram que querer não é simplesmente poder. Juro que tento exercitar meu lado bom, meu lado zen de ver as coisas e sentir as pessoas, mas, tem uma hora que cansa ser bonzinho - mesmo que fingindo(rsrsrsr), porque, mesmo assim, a natureza não perdoa. A vida dá uma sambada na nossa cara e mostra que ninguém é feliz o tempo todo, o dia inteiro; ela faz a "bandida" e nos avisa: ACORDA! Respira, relaxa e toca o barco, porque, um lugar a mais ou a menos na lotação, não vai tirar ou trazer tua saúde de volta, não vai te fazer mais ou menos feliz, afinal, tu está fazendo tua viagem bem sentadinha, então, deixa o azedume (que, repito, não me pertence) de lado, abre bem os olhos e deixa a natureza agir dentro de toda sua sabedoria e perspicácia. Seja feliz!

sexta-feira, 27 de março de 2015

A Idade chega - o Tempo ensina




O que se aprende com a idade, com o passar do tempo? Não tentar ser mais rápida que o próprio tempo.  Na verdade, minha única pressa, depois dos 40, é chegar em tempo ao banheiro...juro! Mas, depois de uma certa idade, todas as nossas correrias que pareciam tão necessárias na  juventude, ficam em último plano.  Para que correr tanto quando a pressa das coisas não depende somente da  nossa própria pressa, quando nossa ansiedade em resolver as coisas não ajuda em nada? Descobri que, com o passar dos anos, nossa única pressa deve ser viver...viver cada minuto - pois não sabemos se o próximo será melhor;  cada momento - eles constroem nossas melhores lembranças;  cada palavra - elas nos fazem refletir e entender certas coisas, mesmo que, algumas vezes, tardiamente;  cada balançar de quadris, de braços, cabelos, pernas - porque, com o tempo, todo esse balanço fica mais devagar e, por vezes, dolorido.  Enfim, o passar do tempo traz experiências, dores,  amarguras,  amores, alegrias e algumas precauções; mas, quando temos toda uma bagagem, em algum momento, ela deve ser aberta e tudo o que está lá dentro deve ser classificado. Com tudo o que vem ali dentro, podemos fazer escolhas. Podemos escolher aquilo que nos fez bem e ajudou a crescer e, claro, deixar ali, pois nosso caminho ficará mais leve  e, infelizmente, com um pouco de sabedoria, podemos retirar aquilo que nos fez mal, que nos prejudicou psicológica ou fisicamente. Estar mais "velho" não significa ser deixado de lado, ser excluído da convivência com a juventude...pelo contrário, estar mais velho nos permite estar ao lado da juventude e experimentar coisas novas, testar nossos limites e, se esses mesmos jovens aceitarem, podemos passar aquilo que aprendemos e que, de alguma forma, nos faz dar valor a juventude que um dia tivemos sem desmerecer toda a carga que nos faz os "velhos-jovens" de hoje.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Be Happy


Resultado de imagem para be happy smile


Preciso sentir outros ares, navegar por outros mares, conhecer novos amores...a vida é rápida, meio insana, onde a única regra é viver, ser feliz e, com certeza, nos fazer enlouquecer um pouco a cada dia, nessa busca doida pela tal felicidade. Uns buscam o par ideal para construir a sonhada família de um certo comercial de margarina; outros colocam a casa nas costas e vão embora, tentar achar a felicidade em dólares ou euros, estudar e sentir saudades do País, bem longe, em terras estrangeiras; uns outros tantos, vivem o que a vida traz e são felizes assim, trabalham, casam e têm filhos, não casam e têm filhos, casam e não têm filhos, não casam e não têm filhos, mas, aceitam o que essa permanência nesse plano terreno lhes traz de vivências e experiências. E, apesar de ter todo esse leque de escolhas, não ficam se lamentando por não ter isso ou aquilo, por não estar com esse ou aquele...levantam a cabeça e vão à luta, descobrem novos horizontes, criam novas lembranças, se renovam, inovam no jeito de viver cada novo dia, cada novo momento. E eu? No momento, o único "momento margarina" que tenho é com um pãozinho quentinho no café da manhã; não me arriscaria por terras estrangeiras para recomeçar - já tenho tudo, todas a minhas certezas e raízes estão aqui e, não casei, não tive filhos...mas, de verdade, aceito tudo o que a vida continua me proporcionando, pois, a felicidade está dentro de cada um de nós, junto daquilo que nos satisfaz e nos deixa seguros e, principalmente, junto de quem nos ama e amamos, também. E, sou feliz por desejar adentrar por novos caminhos, viajar, sentir a liberdade lambendo meu rosto, desarrumando meus crespos e me fazendo sentir que sou dona do meu destino, da minha vida, dos meus momentos que ainda serão desenhados e, aplaudo, de verdade, quem é feliz com suas escolhas e seu jeito de viver. Ser feliz é, sentir no fundo da alma, o bater de asas das borboletas que passaram por seus corações. Ótima quinta a todos nós....Be Happy!!!!!!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Salto Alto e Falta de Equilíbrio


Resultado de imagem para salto altoHoje, quero falar sobre "salto alto" - e, não tem nada a ver com o filme do Almodóvar (que gosto muito, aliás). Tem mulheres que sabem andar de salto, valorizam a distância que mantém a cara longe do asfalto - que, no momento atual, com todo esse calor que tem feito, não seria nada agradável encarar. Acho bonito quem sabe se segurar num salto, a mulher fica elegante, a cintura afina, o peito empina e o bumbum parece dar uma endurecida (de leve), eu, fantasiosamente, me sinto assim quando encaro um salto. Quem tem saliência arretada, pode e deve abusar de um salto. Pode e deve se sentir poderosa, absoluta, diva...mas, tem que saber que isso implica em compromisso sério com quem observa esse andar, esse carinho com o salto alto; com quem compra a idéia de que usar salto nos torna mais femininas, mais ousadas, mais donas do nosso nariz. Mas.....na via contrária, surgem as que nunca - nunca mesmo, deveriam usar um sem antes participar de um intensivão, tipo "como usar salto e não fazer disso uma possível entrada no HPS" ou "como usar salto e não parecer ter 2 pés direitos ou esquerdos". Assim como me enjoa ver as tiazinhas pagando de pirigueti, com os famigerados saias-shorts ou shorts-saias - não importa, é horrível do mesmo jeito, fico tonta de ver algumas corajosas, tentando a todo custo, se manter saudavelmente em cima de um salto. Tem algumas que deveriam usar rasteirinha, sempre - não porque não tenham direito de tentar um saltinho, de vez em quando, mas, porque não nasceram para isso. Não sou fã de andar de salto - acho lindo, já usei muito, mas, tem um momento na vida da gente, onde a idade começa a pesar, que o salto fica em um lugar qualquer, lá embaixo, na nossa lista de prioridades diárias. Só que, como sempre falo - e, sinceramente, penso, cada um é cada um; as pessoas usam aquilo que as fazem se sentir bem, que as fazem se sentir em paz com sua alma e, claro, que tenham cuidado com a coluna e com possível torções nos pés. E, porque esse assunto, hoje? Bem, saí tão "embucetada" hoje que, num momento total "sem-noção", enfiei os pés em um par de havaianas e fui trabalhar...feliz, leve, sem medo de escorregar....mas, claro, sem a elegância que um salto me proporcionaria e, quem sabe, possivelmente, algumas viradas de cabeça -fantasiosamente, de novo, falando...