segunda-feira, 9 de março de 2015
Feliz Nosso Dia Internacional
Dia Internacional da Mulher...Nós, mulheres, vivemos na luta diária (e constante) para que nosso espaço seja respeitado, nossa idéia seja aceita, nosso jeito de ser e vestir seja entendido. Acho que ainda estamos longe de algumas conquistas, principalmente daquela de podermos colocar a saia curta e sairmos sem medo de ser assediada dentro do ônibus, metrô, etc; dos homens aceitarem, de verdade, serem chefiados pelo sexo feminino e, infelizmente, muito distante de algumas mulheres perceberem que são donas de sua vontade, seu corpo, sua vida. Mulheres, somos a força da natureza, pois todos os nossos sentimentos viram tsunamis ou brisas suaves ou cachoeiras de lágrimas ou gargalhadas como folhas ao vento. Saímos para as ruas e buscamos trabalho, resolvemos nossos problemas, esclarecemos nossas dúvidas, damos a cara a tapa e continuamos a jornada, sabendo que, amanhã, o caminho será o mesmo, mas, certamente, com mais garra e objetividade. Apesar de toda dificuldade pelo caminho, conseguimos ser elegantes, soberbas e flutuar por qualquer ambiente que nos for apresentado. Temos muitas atribuições, muitas designações ao longo da vida: somos mulher, amiga, esposa, mãe, filha, avó, tia, madrinha...e, com toda a graça divina recebida, nos viramos muito bem dentro desse circo que é a vida e que, em algum momento da humanidade, resolveram que o homem seria o deus supremo dessa loucura.....mas, aprendemos a nos virar e, até barata já matamos, mesmo que aquele gritinho inaudível ainda esteja lá, preso na nossa garganta. É isso! "VIDA LONGA E PRÓSPERA" as mulheres mais porretas que conheço: minha irmã e minha tia que não têm face - mas, que a cada dia superam suas dúvidas e fazem seus dias serem produtivos, mesmo que cansativos; minhas primas Simone Moura,Sinara Souza, Patricia Nunes Domingos - que não se mixam por pouca coisa, se jogam e vão em busca do seu amanhã; Elisandra e Evelise que não têm face, também - mas, que estão ali, por trás de todo sucesso familiar; minha sobrinha Thais Silveira, por ter amadurecido e descoberto o lado mãe da vida, enfrentando de frente as dificuldades desse momento; minhas amigas Lisi Cardoso - por ser a guerreira destemida e de coração bondoso, Priscila Garcia Nunes - por pensar sempre, em primeiro lugar no bem estar da filha, Elaine Marques - por ser a "chefe de família" porreta que é, Carlinha Cardoso - por descobrir que dentro dela tem uma leoa, que sabe se defender e vencer suas batalhas, Stefany Teixeira - por ter crescido e se tornado essa batalhadora que é; Thais Flores - por ter engolido os medos e se jogado em terras gaúchas e estar crescendo a cada dia; Aline Flores, por ser uma força só de se olhar (acho que ela ainda não se deu conta disso...rsrsrsrsr), Sandra Pires, por ser uma pessoa que conquistou seu espaço, que não deixa as adversidades derrubarem sua fé e que é muito especial para mim. Outras mulheres que fazem parte da minha realidade e dessa "virtualidade" que a internet proporciona. E, um agradecimento especial e saudoso a minha mãe, que foi uma mulher que me ensinou que a dor nos torna mais fortes e que, nossa fé, nos mantém mais vivas e próximas da realização de nossos sonhos. Feliz Dia GRE-NAL a todas nós....Beijo no coração de cada uma....
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Quero ser feliz....
2015...Lista do que fazer:
- Tomar coragem e fazer as sobrancelhas e...ser FELIZ
- Acordar com mais disposição e....ser FELIZ
- Viver cada momento do dia com alegria e satisfação e...ser FELIZ
- Curtir a natureza e...ser FELIZ
- Curtir meus amigos e...ser FELIZ
- Ser sincera comigo e meu coração, sempre e...ser FELIZ
- Viajar mais e....ser FELIZ
- Ficar mais perto da família e....ser FELIZ
- Ser eu mesma e continuar me amando mais e mais e...ser FELIZ...
É isso... 2015 e, eu só quero ser FELIZ!!!!!!!!!!
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Amor de Tia...
Reza a lenda que
"não existe amor maior que amor de mãe"...acredito nisso,
claro, como não...porque mãe é tudo, sabe tudo, observa tudo, perdoa tudo e, está sempre lá, para o
abraço, o aconchego e o auxílio. Mas, outro amor também é quase isso..quase...amor
de tia, pelo menos o meu . Meus sobrinhos são meu tudo, misturam meu sentir:
têm dias de amor, raiva, ódio, implicância, chatice...mas, são eles que me mantém atualizada de tudo, mesmo sem que
percebam isso. Eles me apresentam a música que está bombando, o novo
grupo ou cantor, um novo filme, sobre as coisas do nosso time .....é, até nisso
participamos juntos. Então, amor de tia também tem algum poder e, sinceramente,
uso e abuso disso sempre que posso. Acho que a junção de duas forças maiores
que tudo: mãe e vó, resultam em tia...um título lindo, que deixa de ser somente
título quando se é apaixonada pelos sobrinhos. Tia ensina, afaga, ouve,
estraga, se entrega, baixa a guarda, abre o
coração e, quando dizem que só quem é mãe sabe o que é isso, está sendo
egoísta e falando bobagem; a diferença no amor - se é que ela existe, é que o
filho saiu das entranhas de uma e caiu direto no coração da outra; a
preocupação, a ansiedade, os sonhos de ambas para essas criaturinhas, são os
mesmos: que sejam plenos e felizes. Então, da próxima vez que pensarem algo parecido, vejam para quem (ou
de quem) estão falando. Para mim, meus
sobrinhos são meus filhos de outras vidas, são um complemento da minha própria existência e que me fazem um
bem danado: amo o jeito carinhoso do Gabriel, me divirto com o jeito implicante do Rafael e me derreto pela maturidade da Thaís. Meus sobrinhos são, em um plano
astral qualquer, meus filhotes sim....são companheiros, amigos e parceiraços
que, com certeza, contarão sempre com a minha presença e amizade. Amo com amor
de mãe, com alegria de vó e, com orgulho de ser tia e ter sido abençoada com
essas 03 pessoinhas que me conquistaram para todo o sempre.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Conforto ou Não
O transporte público é uma bosta, todo mundo sabe: atrasam horários, super lotação, enfim, tudo errado. E, andar de lotação, não anda sendo lá essas coisas tb...As pessoas têm ar condicionado, não anda lotada, ninguém fica esfregando o rabo na tua cara, todo mundo sentadinho nos seus lugares...Então, porque entrar, sentar e jogar o banco para trás, como se fossem para Santa Catarina?? É confortável? Claro...Mas, quem está atrás não fica confortável, fica encurralado, fica irritado porque a pessoa não se digna a olhar para ver quem está sentado atrás, para ver se tem criança no colo, sacolas nas mãos...Querem é se esticar, dormir...numa viagem de, no máximo, 30min....Acho que deveriam travar os bancos em viagens curtas, até porque, algumas pessoas ficam sem jeito de pedir para o da frente ajeitar o banco e, às vezes, mal conseguem passar entre o banco da frente e o que escolheu para sentar....Todo mundo quer conforto..ok, concordo...mas, poderiam estar confortáveis também com o conforto do próximo....
Emoções Matinais
Realmente, o centro de POA nos proporciona emoções fortes já nas primeiras horas da manhã...Um carregador de engradados com refrigerantes, simplesmente, deixa as caixas se espatifarem sem dó nem piedade, perdendo muito líquido da preciosa carga...Mais adiante, dois moradores de rua se engalfinham - um tentando reaver algo que o outro subtraiu de um terceiro, de idade mais avançada mas, não menos valente, porque foi atrás e queria que a coisa se resolvesse somente entre ele e o "furtador", chamando o trombada para a briga. Muita emoção, né??? E, no clarão que se abriu em plena parada de ônibus, surgiu o cara do "deixa disso", em forma de um homem trabalhado no rastafari e com quase 2 metros de altura. Tudo se acalmou e, pelo que pude perceber, o roubado recuperou o seu pertence, o "roubante" continuou seu caminho e o cara que ajudou não virou herói....Herói, para mim, foi o cara do rastafari que teve peito para entrar no meio de dois caras que, infelizmente, pelo olhar da sociedade, não tem nada a perder e poderiam ter qualquer tipo de arma para se defender. Mas, apesar de serem moradores de rua, ele olhou os dois com olhos de humanidade, de solidariedade, sem preconceito ou discriminação, mesmo que um, aparentemente, tenha cometido um delito. Enfim, tudo parece ter se ajeitado. O ônibus chegou , graças a Deus....Não gosto de ver gente se batendo numa fúria selvagem, não importa o motivo, cenas assim não me fazem bem . Ah, os cacos das garrafas de refri estavam sendo recolhidos, o roubado passou faceiro pela vitória sobre o "roubante" e, a polícia......Oi????
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Reflexões do ano
As velhas e boas reflexões de final de ano estão de volta.....Me vi repensando o ano que passou e, graças a Deus, foi um ano muito bom...Especial, eu diria. Iniciei uma nova etapa na minha vida profissional e, até o momento (desejando que perdure por muito mais tempo), tudo está bem; estou me sentindo relaxada, tranqüila, com vontade de trabalhar, sem preguiça de levantar pela manhã e ficar me maldizendo por ter que sair de casa. Muitas coisas boas aconteceram, novos conhecimentos, novas pessoas, afastamentos, relações cortadas. Aliás, essa parte das relações cortadas, ficou muito tempo na minha cabeça e eu tentando achar onde errei, descobrir a bobagem que fiz para essas pessoas saírem da minha vida. E, amizades com muitos anos de duração acabam virando quase um relacionamento e, como em um relacionamento, quando algo se quebra, alguém sempre tem que se culpar, assumir o erro. Mas, sinceramente, cansei de procurar meu erro, quando acontece algo assim, duas pessoas erraram, pois, qualquer relação precisa de duas (ou mais) pessoas. Parei de procurar o erro quando me dei conta que Deus só nos dá aquilo que Ele acha que somos capazes de carregar, assumir, suportar. E, também, quando Ele acha que o tempo que determinou para tal fato existir, chegou ao seu final, cumpriu seu propósito nessa vida terrena. Já lamentei muito essas rachaduras e, já chorei, sinceramente - não tenho vergonha de assumir isso, mas, hoje, nesse momento, agradeço por essas pessoas terem feito parte da minha vida, terem estado ao meu lado e dividido momentos legais - e até aqueles em que o desespero bateu - comigo. Desejo que cada uma dessas pessoas encontre a felicidade em tudo o que for fazer e sejam plenas de vida, eu estou sendo e muito. E, nas reflexões anuais, percebe-se que o que se perde de um lado, ganha-se em dobro do outro - eu ganhei. Entraram pessoas muito especiais na minha vida e, mesmo que essas amizades não cheguem aos 20, 30 anos das que perdi, com certeza elas são tão importantes quanto. Se " todo mundo tá feliz", só a Xuxa para dizer...mas, eu, de verdade e, sempre agradecendo a Deus pela oportunidade de estar vivendo tudo isso, estou feliz, em paz com minha consciência e meu coração. Se tiver alguma culpa entranhada, um dia essas faltas serão expiadas na eternidade. Que nosso ano - que está acabando, continue iluminado e repleto de bênçãos, momentos de alegria e cumplicidade, fé e emoção.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Viajando no Papo dos Outros
Ando em um momento "imã" para todo tipo de conversa, onde quer que eu esteja, em cada ida ou retorno do trabalho, meus ouvidos resolvem captar todo tipo de assunto. É tanta informação que, em alguns casos, dá uma vontade louca de dar um pitaco nos assuntos que é difícil segurar a língua. Ouvi que a "Ariela" não respeita ninguém, é mal-educada e o "Fulano" é um boca aberta, não diz nada, não chama a atenção dela...What??? O que a criatura fez??? Baixaram a voz porque???Droga, o som da lotação é mais alto que a voz da mulher que reclama da tal Ariela - bonito nome, aliás. Teve o cara que, de dentro do ônibus, resolveu ligar para algum lugar e reclamar da carne - da carne, você entendeu?? - com um sotaque nordestino tri forte, carregado naquela malemolencia característica das terras lá de cima. A reclamação continuou: disse que o macarrão virou uma papa horrorosa e, comparou o tal macarrão a massa de passar no carro, para consertar algumas partes da lataria - não estou exagerando, ele deu todos esses detalhes, pelo celular. Falava alto, perguntava se atendente conseguia ouvir e entender o que ele estava falando e, eu, assim como alguns passageiros sentados próximos a ele, estávamos fazendo o possível e o impossível para não caírmos na gargalhada. A situação era bizarra. E, no final, não vou saber se a reclamação foi bem recebida, se resolveram a situação e, o mais importante, qual a ligação da tal carne - já que ele reclamou de um açougue, com o macarrão ter virado papa. O boi que virou carne comeu algum tipo de coisa tóxica que derreteu o macarrão? A carne não era Friboi? Ah, e a melhor foram duas mulheres que embarcaram no ônibus, sentaram atrás de mim e começaram a conversar. Uma delas começou a contar sobre algo que tinha lido no jornal, antes de sair de casa e, enquanto falava, ria, ria muito. Era sobre um taxista que comprou um táxi novo e os primeiros passageiros foram duas mulheres com os filhos e, uma delas troca a criança, depois descem e ele começa a sentir um cheiro ruim dentro do carro. Pára o táxi, revisa o carro e descobre que a mulher esqueceu a fralda premiada da criança, embaixo do banco. Gente, eu ouvia ela contar e rir ao mesmo tempo que, sinceramente, quase virei para trás para rir junto, me enturmar e descobrir onde ela havia lido sobre aquilo. Desci antes delas, mas, a viagem foi divertida, aliás, todas têm sido, pois, mesmo sem saber, as pessoas proporcionam momentos de muita descontração e, mesmo que por segundos estejamos com raiva, frustrados, desesperançosos, essas viagens fazem tudo virar pó e dão um "up" no astral e melhoram nosso ânimo. Toda viagem descontraída acaba valendo a pena e fazendo o dia passar mais rápido.
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